sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Vivendo Tecnologia

Quarta-feira meu novo brinquedo chegou. Estava esperando para hoje dia 24, mas a Vivo se superou mais uma vez e o que estava previsto para ser entregue com 8 dias úteis foi entregue com 2! (Pára tudô… Espanto! Incredulidade!). Bom, meu brinquedo? Esse… :)



Pois é, sou o mais novo (e feliz?) proprietário de um iPhone 4. Vou comentar um pouco minhas primeiras impressões do bicho. Bonito! Sim, o iPhone 4 é um celular (ué? ele faz chamadas telefônicas também?) lindão. Com um acabamento impecável, bem ao estilo Apple de ser e fazer. Quando você o pega pela primeira vez, não há como não ficar admirado pela sua beleza, nos seus mínimos detalhes. A borda em aço escovado deu todo um toque e o fez ficar bem próximo aos  Macbooks com corpo de alumínio. Enfim, em se tratando de design, Jonathan Ive mais uma vez fez um excelente trabalho. Partindo para algo mais técnico, a tela de retina é um verdadeiro presente aos olhos, com uma resolução e um brilho que eu, sinceramente, jamais vi em algum outro dispositivo móvel. Outra coisa que percebi foi que o bicho ficou rápido, bem mais rápido para fazer as tarefas que eu faço no meu dia-a-dia, como telefonar, checar e-mails, postar no twitter e também jogar nas famigeradas salas de espera e filas de banco! Como nem tudo são flores, junto com ele também veios alguns pequenos “pobreminhas”. A recepção dele é realmente inferior ao meu antigo iPhone, um 3GS! Não sei se é viagem minha, visto a quantidade de matérias que li na web referente ao problema “antenagate” ou se de fato o problema existe ou sempre existiu e eu não notava. O que eu constatei foi uma queda drástica no sinal, tanto o 3G quanto o wi-fi! Também notei uma pequena e imperceptível manchinha amarela na base dele. Notei isso porque eu tenho olho clínico para este tipo de coisa. Consigo até achar dead pixels em monitores de 26” full hd! Fui pesquisar nos fóruns da Apple sobre o assunto e descobri que se trata de uma cola que não deu tempo de secar na linha de produção, visto a grande demanda pelo aparelho e que, com o uso diário, a manchinha tende a desaparecer. Esses foram os problemas que  detectei no meu iPhone. Teve aquele bug do sensor de proximidade, mas esse acredito que foi resolvido com a última atualização para o iOS 4.1.
Bom, agora chega dos problemas e vamos para as alegrias! :) A parte referente a fotografias ficou um show, com a câmera de 5 megapixels e também o flash de led dá para tirar ótimas fotos. Devo lembrar que o dispositivo que estamos falando é um telefone (ué? ele faz ligação também?) e não uma câmera fotográfica. Fiz algumas fotos para teste – inclusive com pouca luz – e o resultado foi muito bom. Mas a grande vedete mesmo é o recurso FaceTime! É algo que já se falava há algum tempo e a Apple conseguiu trazer para a nossa realidade. Tudo bem que usuários de computadores já tinham algo parecido usando o MSN ou mesmo o iChat, mas em um dispositvo móvel e juntando a facilidade de uso, só mesmo pelas mãos da Apple. Hoje eu fiz a minha primeira chamada FaceTime e posso dizer sem medo algum que foi algo, assim, fantástico! Me vi dentro de um desenho animado dos Jetsons! Lembrei de quando eu era um guri e viajava nessas possibilidades e estar por aqui vivenciando essa nova era é tudo de bom! :)




Termino esse post com a frase final do comercial da Apple quando passou a utilizar os processadores da Intel. O comercial terminava com a seguinte afirmação:

“Novo iMac com processador Intel! Imagine as possibilidades!!!”

Portanto, imagine (e viaje) as novas possibilidades deste fantástico dispositivo!

terça-feira, 24 de agosto de 2010

O Canibal

Um canibal vai ao mercado para comprar um cérebro para o almoço e vê o homem do mercado fazendo grande propaganda da qualidade dos cérebros de profissionais que tem em oferta. O canibal então pergunta ao homem do mercado:
- Quanto é que custa o cérebro de programador?
- Trinta reais o quilo.
- E tem de analista?
- Sim. Quarenta reais o quilo.
- E de usuário?
- Também temos. Duzentos reais o quilo.
- O quê? Como pode ser tão caro? Pergunta o canibal perplexo.
- Você por acaso faz idéia da quantidade de usuários que é preciso matar para conseguir um quilo de cérebro?




Ps.: Tá, é uma piada, mas assino embaixo! Ainda vou escrever um post sobre alguns eventos absurdos envolvendo nossos caríssimos usuários! :)

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Mulher é tudo igual






 Acontece com Beckham e não vai acontecer com você?!

Ps.: Recebi isso por e-mail e não pude deixar de postar aqui, porque isso é o que mais acontece nas nossas noites!

Engraçado como isso já me aconteceu inúmeras vezes! grin

terça-feira, 20 de julho de 2010

Certos Momentos

Uns certos caras …



Um certo disco …


Um certo DVD …


Um certo Show …




E uma saudade de um certo momento da porra!!!

Programando Nostalgia

Que os Macintoshs são “os” computadores para se trabalhar com computação gráfica, isso ninguém dúvida e ver onde isso tudo começou é algo que me faz, literalmente, viajar no tempo e reviver aqueles momentos todos novamente. Lembro que na época eu era um feliz proprietário de um Apple ][ da – acredite- CCE e a Apple apresentou o Mac ao mundo. Não preciso nem dizer que fiquei louco quando vi aquilo, principalmente uma certa imagem, ao qual reproduzo abaixo:




Numa época em que o máximo que se tinha de interface gráfica com o usuário (GUI) era mais ou menos isso:



  Pois é, a imagem da japonesa acima era de um programa de desenhos chamado Macpaint, desenvolvido por Bill Atkinson, membro do time de desenvolvimento do Macintosh. O Macpaint foi lançado junto com o Macintosh original e posso dizer que ele fantasiou a imaginação de muitas pessoas na época. O “uau” que a Micro$oft afirma que um usuário diz quando vê o Windows 7 pela primeira vez nem se compara ao “UAU” que a gente disse ao ver aquilo pela primeira vez. Poder desenhar usando um dispositivo igual ao mouse era algo assim, indescritível. Poder criar uma imagem no Macpaint e depois colar num texto no editor Macwriter era assim, uma coisa de outro mundo!
E numa atitude muito legal, a Apple doou para o Computer History Museum o código fonte do Macpaint e do Quickdraw (que possibilitou o uso das interfaces gráficas com o usuário no futuro). É muito interessante (para quem é da área) poder baixar e estudar aquele código, deveras importante para a história da informática. Ah, escrito basicamente em Pascal com alguns códigos em Assembly para o Morotola 68000! Num momento em que acelerações gráficas e monitores IPS e 3D são as “bolas da vez”, conhecer um pouco como isso tudo começou pode ser bem interessante!

Fonte: Macmagazine