terça-feira, 21 de outubro de 2014
quarta-feira, 23 de julho de 2014
Updates
Atualizações são e sempre serão necessárias nesse mundo cada vez mais conectado e digital. Como programador, sei que nem tudo é perfeito e aquele programa que se testou, testou e testou ao extremo sai com algum indetectável probleminha que o usuário não vai levar mais que 10 minutos para descobrir. Só que, de uns 2 ou 3 anos pra cá, essas atualizações estão chegando a um ponto de deixar nós usuários pirados – principalmente quem possui um tique digital de querer ter seus eletrônicos sempre com as últimas versões instaladas e funcionando bem.
Vou citar agora um típico dia de usabilidade e trabalho baseado no meu dia e acredito que a maioria deve passa por esse tipo de situação. Pode não ser exatamente igual, mas um ou dois itens acontecem ou já aconteceram. Então vamos lá…
7:00 – Você é acordado pelo seu smartphone e descobre que ele atualizou aquele monte de aplicativos automaticamente na madrugada e que você também esqueceu de plugá-lo no carregador. Resultado: apenas 20% de bateria e não esqueça de levar o carregador para o trabalho. É interessante ressaltar que antes não havia esse tipo de “atualização automática”. Geralmente você tinha que “mandar” o smartphone fazer a atualização e isso, por si só, era um saco. Era não, ainda é!
7:30 – Tomando um delicioso café com pão na padaria da esquina (ou mesmo em casa/trabalho), você saca o seu tablet e acessa o seu jornal preferido, cuja assinatura digital é automaticamente atualizada a noite. Sim, enquanto você dorme o seu tablet recebe automaticamente o jornal, para que você o tenha bem cedo. O problema é quando o aplicativo do jornal, por algum motivo, não atualizou sozinho. Daí vai você fazer isso manualmente ou então leia o jornal do dia anterior.
8:00 – Ao chegar ao trabalho, certamente você usa um computador, e muito provavelmente o sistema operacional é o famigerado Windows, do pessoal de Redmond. Aposto 10 contra 1 que deve existir “trocentas” atualizações para serem executadas (baixadas e instaladas). E caso você sempre as faça regularmente, pode apostar que sempre vai ter alguma que saiu a noite, seja ela de segurança pra corrigir aquela brecha que descobriam ou então alguma melhora. E, se não for o Windows, vai ser algum programa que você usa no seu dia-a-dia. E não pense que isso só ocorre com quem usa Windows não, tá? Acontece também com quem usa Mac e também com quem usa Linux. Bem pouco, diga-se de passagem, mas acontece!
9:00 – A empresa que desenvolve o programa que você usa entra em contato (isso se você usa software original, né?) dizendo que tem uma nova versão e que vai corrigir aquele monte de probleminha que você reportou a eles da última vez (acredite, se quiser). Mais um tempo perdido aí pra atualização.
11:30 – De volta em casa para o almoço (ou então para um descanso depois de ter almoçado em algum buraco na rua), novamente você liga o seu tablet ou notebook para dar uma “passadinha rápida” pelas redes sociais e percebe que precisa atualizar o aplicativo, porque a versão que você está usando não mostra corretamente novos conteúdos. Mais uma vez o seu smartphone se conecta a sua rede wi-fi e começa uma incensante busca por novas versões, seja do seu programa principal ou dos aplicativos instalados nele.
15:00 – Ao pegar o seu novíssimo notebook rodando o também novíssimo Windows 8, você descobre que Redmond tem inúmeras atualizações para fazer e que você vai perder pelo menos 1 hora ou mais para instalar todas elas. Isso se você, como já disse, for uma pessoa que sempre anda com tudo atualizado. Se você comprou o notebook a mais tempo e nunca atualizou, quando for fazer vai perder quase que umas 3 ou 4 horas atualizando.
18:00 – Chegando em casa, você resolve relaxar um pouco ouvindo uma boa música no seu home theater. Prepara aquele delicioso scotch e liga a sua linda e maravilhosa smartv. Só que, ao invés de aparecer a lista de músicas para você escolher, recebe uma bela mensagem de que uma atualização é necessária e que o fabricante recomenda que você a instale. Tudo bem que você pode ignorar, mas então você pensa que pode ser a solução para algum problema que poderia danifica a TV e então faz a danada. E ainda pode ocorrer atualizações do seu receiver e também do seu DVD ou Blu-Ray Player.
18:30 – Lembra do seu smartphone? Pois é, ele já está conectado a sua rede wi-fi e já está buscando por novidades nas “stores” digitais e te informa que existem alguns aplicativos que foram atualizados agora a tarde.
19:30 – Então você resolve jogar um game para concluir aquela fase que já faz meses que você não consegue passar. Liga o novíssimo PS4 ou então o XBOX One (ou então o PS3/360/Wii) e o que acontece? Primeiro uma bela atualização do fabricante. Atualização esta que você é obrigado a instalar, porque se não o jogo não funciona. Geralmente essas não tem como escapar. Então, dependendo da velocidade da sua banda de internet, você deverá esperar por pelo menos uns 40 a 70 minutos até que tudo esteja pronto para você finalmente jogar. Porém, quando você insere o disco do jogo no aparelho, mais uma vez é necessário fazer uma atualização. Essa agora do game em si, para corrigir algumas falhas. Resultado: mais uns 60 minutos de espera para poder jogar. Já sem saco, tu deixa aquela merda toda sendo atualizada e vai pra cama!
22:00 – Já deitado na cama, ao ligar a sua smartv do quarto, não preciso nem dizer que pode acontecer, né? Mas então você resolver assistir a uma TV por assinatura e sua operadora resolve atualizar automaticamente o seu receptor. Mais uns 30 a 40 minutos de espera. Tu desliga tudo e vai dormir.
E mais uma vez esquece de colocar o smartphone pra carregar e mais uma vez vai ficar sem bateria no outro dia porque o seu aparelho vai passar a noite inteira se atualizando.
Ah… A vida moderna!!!
Escrito em quarta-feira, julho 23, 2014 por Adilson B. Cápua Jr.
Sem comentáriossábado, 24 de maio de 2014
Vanilla Sky
Na primeira vez que assistir Vanilla Sky eu tive um ataque de pânico e ansiedade muito grande quando o filme terminou. Lembro que assistir sozinho e quando acabou e os créditos ficavam passando na tela, eu viajei muito, mas muito mesmo em tudo aquilo. Fiquei uns 40 minutos parado sem reação olhando para a TV com um milhão de pensamentos desfilando pela minha cabeça. Não sei porque eu fiquei assim. Veja bem, não é nada em se tratando do filme em si. As pessoas assistem a um filme de terror, por exemplo, e depois não conseguem dormir com medo. Não é nada disso. Simplesmente eu viajei na história de um cara que tinha uma vida perfeita em todos os sentidos e, de repente, tudo muda de um momento para outro, em questão de segundos. Hoje eu acredito que foi isso que me deixou – e ainda me deixa - tão perturbado quando o assisto. Em como a vida da gente pode mudar rapidamente. E que muitas e muitas vezes são envolvimentos que fazem essas mudanças. Portanto, é bom pensar bem, mas bem mesmo antes de entrar e mudar a vida de alguém ou deixar que alguém entre e mude a sua, porque você pode ter e perder tudo em questão de instantes. E ainda tem mais uma coisa… Mas isso só vou falar em outra vida, quando formos gatos!
Escrito em sábado, maio 24, 2014 por Adilson B. Cápua Jr.
2 comentáriossegunda-feira, 28 de abril de 2014
Certo e Errado – Parte II
Minha última publicação aqui neste abandonado blog foi justamente uma divagação acerca do certo e do errado. Questionei no post o que é o certo e o que é o errado. Indaguei a respeito das escolhas feitas e disse que muitas vezes o errado não existe e que vai depender do nosso ponto de vista. Pois é, e quando existem pessoas envolvidas? Sim, se existem caminhos certos e errados, então também existem pessoas certas e erradas, correto? E que uma pessoa errada pode te atrapalhar a vida de um forma que só quem já escolheu errado sabe dizer, ou seja, todos nós. E então me questiono: e se uma pessoa for a errada pra você e você for a certa para ela? Ou então uma pessoa ser a certa para você, porém você for a errada para ela? Como fica essa história toda? Será que isso é possível? Conhecendo um pouco da vida, acredito que é o que mais acontece. Respostas para essas indagações acredito nunca terei, pelo menos nessa minha conturbada existência. E se tiver, com certeza não entenderei, assim como não entendo muita coisa. Nas minhas próximas publicações aqui mesmo em Noites, contarei alguns acontecimentos, casos e descasos, encontros e desencontros e então ao final talvez eu possa ter uma visão mais ampla de tudo que aconteceu, está acontecendo e que ainda vai acontecer. Mais uma vez me lembro da novela Laços da Família, cujo belo slogan era: Laços de Família, por que a vida de cada um de nós, dá uma novela! A minha com certeza dá uma boa novela. Só não queria que fosse “das oito”!
Escrito em segunda-feira, abril 28, 2014 por Adilson B. Cápua Jr.
Sem comentáriossegunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Certo e Errado
O que se sabe sobre o certo e o errado? Se a pessoa escolheu, então para ela é o certo, correto? O que é errado para uns pode ser certo para outros. Então, analisando bem, o errado não existe quando se fala de si próprio, pois, se escolhemos, foi porque para nós aquilo é certo, correto?
Errado. Porque muitas vezes, escolhemos o caminho mesmo sabendo que ele é errado. Às vezes o errado parece tão certo que se torna certo por si só. Mas, muitas vezes, o errado é sempre errado, e mesmo assim nosso coração nos guia até ele, o que torna a escolha certa. No fim, o errado e o certo não existem, tudo depende do ponto de vista e das escolhas de cada um. Confuso, não?
Escrito em segunda-feira, dezembro 09, 2013 por Adilson B. Cápua Jr.
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