segunda-feira, 18 de julho de 2011

É Tempo De…

Prólogo

Certa vez, numa dessas redes sociais da vida, resolvi iniciar uma série de posts chamados “É tempo de...”. Tratava-se de algo bem simples, onde o disco ou a música ou mesmo a banda que eu mais estivesse ouvindo naquele momento era postado e referenciado, dando indicações de boa música aos meus contatos. Numa época em que o bom e velho rock não anda tão em moda assim, mostrar algumas jóias a quem está chegando ou conhecendo agora é algo gratificante. E tudo começou com o antológico álbum Sgt. Pepper's dos quatro rapazes de Liverpol, como uma espécie de zuação a uma bigodeira que vagarosamente se apresentava por aí! E então a ideia vingou e outros contatos também aderiram e até hoje rola posts de amigos indicando / divulgando / homenageando ícones da música. Bom, há um tempo, sorvendo um suco de cevada maltado com baixo teor alcoólico e conversando acerca das casualidades da vida com um amigo, ele me questionou o porque de eu não escrever muito sobre o Pink Floyd, visto que sou muito fã banda? Comentei com ele que o Floyd (apesar de estar fora da mídia) não é nada comercial e buscar informações é algo um tanto que complicado, um verdadeiro trabalho de arqueologia e ele mandou: “Porque você não escreve sobre os discos, então? Tipo assim, faça uma resenha sobre cada álbum, contando as viagens, as histórias e tudo o mais que for relacionado? Conte também o que você sente ao ouvir, o que você acha, enfim, fale tudo o que puder! Creio que ficaria show!!!” Confesso que entrei numa viagem (não psicodélica) com a ideia e comecei a matutar o que poderia fazer! E então resolvi aceitar o desafio, mesmo sabendo que posso deixar muito a desejar, visto a grandeza e a magnitude do Pink Floyd. Como eu disse no post anterior a este: Pink Floyd não se ouve. Experimenta-se! Portanto, é isso que vai acontecer em Noites a partir de agora. A série “É tempo de…” vai deixar as redes sociais por algum período e vai gentilmente (como a guitarra de Harrison) se instalar por aqui. Durante os próximos dias, vou comentar sobre toda a discografia do Floyd, disco a disco, música a música, viagem a viagem, em ordem cronológica, citando tudo e mais um pouco que eu encontrar por aí (on-line e também off-line)! Conversarei com pessoas que ouviram, que ouvem e que sempre estarão ouvindo os trabalhos e os resultados dessa viagem ao mais profundo psicodelismo serão divulgados aqui. Não sou jornalista e tampouco recebo alguma coisa para escrever. Vivo a vida fazendo programas (de computador, heim?) e tenho esse blog apenas como hobby e sinto um prazer assim, incomensurável, de poder escrever e saber que pelo menos 1 pessoa vai ler estas mal-escritas linhas. Tenha em mente que esse trabalho é de fã para fã. Acredito que quando alguém pesquisar algo de Floyd, a resposta para todas as nossas dúvidas certamente colocará um link pra cá e isso, por si só, vai ser deveras gratificante!
Portanto, senhoras e senhores, nos próximos dias vocês não terão posts aqui... Terão uma experiência musical mergulhada no psicodelismo... Orgulhosamente e com um prazer incomensurável e inexaurível... Apresento...

“É TEMPO DE...”

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