quinta-feira, 30 de novembro de 2006

Passando Vergonha

Putz! Terça-feira passada aconteceu um lançe comigo num dos meus clientes que me deixou assim, sem jeito mesmo! Raramente fico sem saber "o que fazer" quando algo desagradável acontece ou mesmo quando algum mico está para acontecer. Bom, sempre tenho um relacionamento muito amigável e saudável com meus clientes e parceiros. Estava numa loja resolvendo alguns "pobreminhas" quando cheguei perto de uma vendedora (que é minha amiga e chegada) e comentei olhando-a de cima em baixo:

- Nossa! Por que você está tão filet assim hoje?!?

Nisso, a proprietária deu uma leve catucata nela e saiu de perto, subindo para o escritório.
Um homem se aproxima da gente e ela diz meio sem jeito:

- É pra ele... Esse é o meu namorado...

Eu, já ficando sem graça e vermelho olhei para o cara e disse já meio engasgado com a saliva que se formava:

- É (glup!) mesmo?

E ela confirmou, rindo meio sem graça também. Nesse instante o homem diz:

- Muito prazer, sou Adilson, namorado dela... -

Sim, o cara também era meu xará... :/

Cara, se houvesse algum buraco por ali eu anfiava a cabeça... Um a um os vendedores foram saindo de perto e eu fiquei ali, parado olhando para o homem sem saber o que fazer e o que dizer. Raramente isso acontece. Sempre tenho alguma "saída pela direita", como o Leão da Montanha. Mas dessa vez, o Pentium IV Dual Core simplesmente travou, o Windows parou de responder e
faltou pouco para uma famosa tela azul, ou vermelha! O namorado dela (agora eu sabia disso) comentou algo com ela que não me lembro agora, deixou um presente que ele estava ali esperando para dar e se retirou...
Não preciso nem dizer que depois disso o povo lá da loja caiu em cima de mim me sacaneando pelo furo... Putz! Essas coisas só acontecem comigo!!!

terça-feira, 28 de novembro de 2006

Palavras Mal Ditas

Tem um pensamento que diz:

"As três coisas que não voltam atrás: a pedra lançada, a flecha arremessada e a palavra dita."

Sinceramente eu não entendo o que acontece comigo! Muitas vezes eu digo coisas que, de certo modo, não deveria dizer. Aliás, tenho que seguir um outro que diz o seguinte:

"Fazei com que vossa língua não vá além do vosso pensamento!"

Mas não, sempre abro a minha enorme boca e digo coisas que não deveria! Mesmo sendo verdades (ou não). Às vezes, o melhor a fazer é ficar no mais completo silêncio, como eu fiz num passado não tão remoto. Mas um minuto de bobeira (ou viagem) e pronto! Até eu consegui que a pessoa entenda o que eu realmente quis dizer, foi-se longas e mais longas discussões ou até mesmo pequenas antipatias pelo simples fato de "má interpretação"!
Recentemente eu enviei uma mensagem para alguém e essa pessoa entendeu a mensagem de uma maneira completamente adversa do que eu, de fato, quis dizer. E fiquei deveras chateado por isso, pois não era para ter sido interpretado da forma como a pessoa interpretou. E agora cá estou lamentando o ocorrido. Mas vou corrigir isso... Vou pensar em todas as nuanças possíveis para que a mensagem seja compreendida (e entendida) da maneira como que pensei, sem duplas interpretações. Por enquanto, vou atualizar o pensamento e trazê-lo para esse selvagem início de século:

" As cinco coisas que não voltam atrás: a pedra lançada, a flecha arremessada, a palavra dita, o torpedo disparado e o e-mail enviado. "

Well, como dizem os franceses: Ces't la vie! ...

Home ... Sweet Home...

Ó minha casa aí no Google Earth...



S H O W ... :)

segunda-feira, 27 de novembro de 2006

Nova Etapa


Li em algum lugar que uma grande jornada começa com um simples passo e ontem eu dei o primeiro... Uma grande pendência profissional foi iniciada e sinceramente espero continuar esta caminhada até o final! Já era para isso ter sido solucionado há muito tempo, mas sempre adiei, às vezes por não poder mesmo e às vezes por pura falta de interesse! Sei que terei inúmeros problemas e dificuldades, mas acredito cegamente que chegarei ao meu objetivo. Agora só depende de mim...

sábado, 25 de novembro de 2006

Tudo é Relativo

Fim de tarde, um ginecologista aguarda
Sua última paciente que não chega.
Depois de 45 minutos, ele supõe
Que não virá mais e resolve
Tomar um gin tônica
Para relaxar antes de voltar para casa.

Ele se instala confortavelmente
Numa poltrona e começa a ler o
Jornal quando toca a campainha.
É a paciente que chega toda
Sem graça e pede desculpas pelo atraso.
- Não tem importância,
Imagine - responde o médico.

- Olhe, eu estava tomando
Um gin tônica enquanto a esperava.
Quer um também para relaxar?

- Aceito com prazer - responde
A paciente aliviada.
Ele lhe serve um copo,
Senta-se na sua frente
E começam a bater papo.
De repente ouve-se
Um barulho de chave na porta do consultório.
O médico tem um sobressalto,
Levanta-se bruscamente e diz:

- Minha mulher! Rápido,
Tire a roupa e abra as pernas!

Copiado descaradamente daqui!

quarta-feira, 22 de novembro de 2006

Wake up, John! Wake up ...


A minha alegria já não mais existe... Hoje morreu (ou acabou?) algo que me foi especial durante algum tempo, efêmero eu sei, mas foi... Algo que nunca existiu, a não ser no íntimo dos meus desejos e na minha mais singela imaginação e que gostei bastante! Gostei de uma mentira e talvez de alguns contos e histórias. Fui nada mais que apenas alguém, um co-adjuvante camuflado no meio de palavras e pactos ensaiados num obscuro teatro com alguns protagonistas. Fui só mais um... Afinal, um sonho nada mais é do que isso mesmo, um sonho, irreal e bom até o inevitável momento em que acordamos e sentimos o gelo da realidade. Fui inocente e ao mesmo tempo cego por acreditar em algo que nunca existiu e que talvez pudesse ser. Dizem que uma mentira passa a ser verdade depois que alguém acredita nela e será que em algum momento eu acreditei mesmo? Fui o maior de todos os tolos por não aceitar o que eu sempre soube, porque isso era simplismente incompatível com minhas alegrias e meus desejos. E acredite, meus sentimentos eram maiores, bem maiores do que qualquer verdade escondida, por mais estranha e impossível que fosse.
Essas são as últimas palavras neste terceiro e último ato...
Cai o pano!
Wake up, John! Wake up ...

Cair das Máscaras


Há algum tempo atrás, escrevi um post falando sobre falsidade, no qual eu comentava como existem pessoas falsas nesse mundo e contando sobre um incidente ocorrido. Para entender melhor, dá uma lida lá antes de continuar lendo esse aqui! Bom, ontem eu fiquei sabendo de um acontecimento que me deixou, vamos colocar assim, meio que contente. É aquele chavão que escrevi ao final do post:


"Pode-se enganar poucas pessoas durante muito tempo e pode-se enganar muitas pessoas durante pouco tempo. Mas não se pode enganar todas as pessoas o tempo todo!"

E não é que descobriram que o cara que se diz ser o "o cara" é uma farsa. Algumas pessoas (sem que eu fizesse nenhum tipo de comentário) vinheram propositalmente comentar comigo. E devo confessar que ouvir isso com um prazer incomensurável. E então aproveitei e também disse a minha versão e o que eu sempre achei dos eventos passados e como que eu fiquei meio que "magoado", não pelo que aconteceu, mas pela forma como que aconteceu. Não pararam para ouvir o que eu tinha a dizer e nem sequer me pediram opinião e agora a verdade, como eu sempre soube que aconteceria - tanto que fiz questão de escreve aqui mesmo em Noites - veio a tona e máscara finalmente caiu, revelando tudo...

segunda-feira, 20 de novembro de 2006

Telemar x Adilson (Parte I)

No mês de julho de 2006 entrei em contato com minha operadora de telefonia celular (a Telemar - esse mar do final aí só pode ser de már, ruím mesmo) para poder cancelar uma das linhas que eu tinha (aliás, tenho)! Bom, me transferiram para um tal de "Controle de Qualidade" (não sei de quê qualidade eles falam) e a atendente na mais nobre educação me propôs manter a minha linha, que eu receberia um desconto de 100% na assinatura, que eu receberia isso e aquilo e até se eu quisesse ela vinha aqui passar uma noite comigo, tudo para eu não cancelar a linha! Como eu lamento não ter mantido a decisão de cancelar. Mas não, aceitei a idéia e fiquei com a outra linha. O que aconteceu depois? Quatro meses se passaram e eles continuam me cobrando normalmente a assinatura. Liguei uma vez contestando a conta. A atendente do outro lado disse que era para mim descartar esta conta, que eles iriam enviar outra já com o valor certo! Fiz o que ela me pediu. Passaram quase que 30 dias e nada de chegar a nova fatura. Chegou a do próximo mês cobrando novamente a p*rr* da linha que deveria estar cancelada. Liguei novamente avisando que não recebi a fatura do mês anterior e a atendente viu lá no sistema deles (cara, como eu queria saber quem desenvolveu esse programa para eles... deve ser ruím demais) e falou um monte de besteira que elas sempre dizem, que estaria encaminhando o problema ao setor responsável, etc e tal... Mas hoje (dia 20/11), quase que 60 dias depois, eles me ligam me dizendo que a linha será bloqueada! E pra piorar me pegaram num momento não muito bom! Pedi para a pobre-coitada do outro lado abrir os registros e me dizer tudo que tinha lá sobre as constentações. Ela olhou e começou a me "enrolar", dizendo que as datas não batiam, que tinha que ter sido constestada 10 dias antes do vencimento. "Mas como, se eu só recebo a conta quase que 2 dias antes de vencer?" - disse eu rindo (só podia fazer isso, rir). Ela ficou meio sem saber (e pediu para mim aguardar na linha - como sempre fazem quando elas não sabem mais como agir) e disse que eu deveria ter entrado em contato antes informando que a conta não tinha chegado. Enfim, vou ter que pagar a droga da outra linha normalmente, sem ter usado 1 minuto sequer. A praga do chip tá jogado em cima da minha mesa em casa! O que dá raiva mesmo é o sentimento de "não poder fazer nada"! Você fica nas mãos deles e eles fazem o que querem! E se você se der ao desprazer de ligar para reclamar seus direitos, eles te enrolam de um jeito que só as teles sabem fazer. Inventam um monte de coisa que não existe, mudam as regras no meio e você fica ouvindo, com a orelha quente, sem poder fazer nada! Xingar a atendente? Se adiantasse alguma coisa meu problema teria sido resolvido, pois você não imagina o tanto que a menina ouviu! Coitada!! Fazer o quê? É o trabalho dela... Uma vez um amigo me disse que todas as operadoras de telefonia celular são iguais, o que muda é o nome da mulher para a qual você liga xingando e gritando! Verdade inconstestável!

E no placar das Casas Polar Tintas, com pê de pintor...

TELEMAR 3 x 0 ADILSON

E o jogo continua...

Ps.: E você não imagina como que entrei nessa... Realmente, como disse Voltaire, "Deus é um ator que interpreta para uma platéia que tem medo de rir!" :)

domingo, 19 de novembro de 2006

Vatapá e Caganeira

Nossa! Estou, como diz um amigo, "menstruado".... Ontem a noite fui na casa do meu coodernador numa festinha comer um vatapá. Como a maioria dos amigos dele são professores (óbvio), então havia muitos colegas e gente conhecida da faculdade por lá e então começei um ritual: cerveja, conversa e vatapá. Já que eu tinha ficado praticamente o sábado inteiro sem comer nada, não preciso nem dizer que "enfiei as cara" no prato principal. Tinha uma panela enoooooorme e a cada passada pela mesa a boca enchia de água e lá estava eu com mais um pratinho na mão. A Bohemia gelada também era um aperitivo a mais, visto o calor natural que estava fazendo e mais o calor interno ocasionado pela malagueta que tornava o sabor do vatapá ainda mais irresistível. Após algumas horas, começo a sentir uma revolução na minha barriga. Internamente ouço aqueles sons característicos avisando "procure urgente um banheiro" e como os ruídos estavam frequentes demais, percebi que DE FORMA ALGUMA iria ao banheiro alí. Não poderia correr um risco de fazer uma "arte barroca" no banheiro, pois tinha muita gente na festa! Rapidamente cheguei até meu amigo, inventei uma estória (com "é" mesmo) de que alguém estava me esperando e partir pra casa! Tive que vir bem devagar, pois a cada buraco que eu passava era uma gota de suor que escorria do rosto! Ao chegar em casa, fui deixando as roupas pelo caminho até chegar ao trono e... Ufa!!! Alívio repentino... Beleza! Agora vou tormar um banho e voltar pra noite... Foi só entrar no chuveiro e novamente os ruídos abdominais... Volto pro trono... E o resto da noite terminou assim: cama, banheiro, cama, banheiro, cama... Definitivamente, tenho que controlar mais minhas vontades! :)

sábado, 18 de novembro de 2006

The Beatles - Love

O Cirque du Soleil estreou no último dia 12 o espetáculo The Beatles - Love. Simplesmente maravilhoso. Tive acesso a trilha sonora do musical (dá-lhe Flávio) e ficou divinamente fantástico. Usando os tapes da Abbey Road Studios, o gênio George Martin (produtor dos Beatles na época, também conhecido como "O Quinto Beatle) e o seu filho Giles Martin fizeram um trabalho que encanta qualquer um, mesmo quem conhece pouco os quatro rapazes de Leverpol. A música que eu mais gostei foi Something de George Harrison. A edição dela ficou lindona. As músicas foram remasterizadas e ficaram um espetáculo e o Cirque du Soleil soube usar muito, mas muito bem mesmo os temas. Interessante ficaram os pout-pourri, nas suas perfeitas mixagens! Na própria página (link acima) você vê trechos do show. A única coisa que eu fiquei triste é que no final aparece um texto dizendo que o musical tem apresentação exclusiva no Mirage em Las Vegas! Putz! É nesses momentos que eu lamento não ter tantos Reais (e tempo também, né?) sobrando para pegar um voô aqui e fazer um "bate-volte" lá só para assistir!!! :(

quarta-feira, 15 de novembro de 2006

Saudades!


" Saudade é melhor do que caminhar vazio! "
(Peninha)

Ah a saudade... Quer sentimento mais bonito e ao mesmo tempo tão triste? Com a proximidade das festas de fim-de-ano, ando pelas ruas e começo a ver lojas enfeitando-se para o Natal, as crianças eufóricas escolhendo seus presentes e isso me remete a um passado remoto. Um passado que sinto muita, mas muita saudade mesmo. Lembro que já ficava imaginando para onde iríamos! E era aquela alegria só quando papai dizia que nosso destino era o Rio de Janeiro, na casa dos meus avós Silvio e Neuza. Certa vez, saímos de Linhares logo após o almoço do dia 31 de dezembro para passar a virada de ano no Rio numa súbita decisão de papai. Avisamos(?) ao povo, saímos e lá fomos nós. Chegamos em frente a casa da minha avó mais ou menos as 11:45 da noite, faltando pouco mais de alguns minutos para o ano novo. Cara, que saudade daquele dia... Todo mundo ansioso esperando a gente e a gente mais ainda para chegar. E foi aquela festa quando meu pai entrou na Rua dos Tintureiros, em Bangu já buzinando um Monza Hatch branco (acho que era esse carro) e todo mundo na calçada gritando e já deixando derramar as primeiras lágrimas de alegria. Lembro que tomamos um banho de champagne!! Simplismente inesquecível. E quando íamos para Guaçuí, na casa da minha outra avó ou da minha tia Celi! Reunian-se todos os meus tios na casa de Vovô Rafael e era aquele monte de gente que não acabava mais. Lembro das muitas brincadeiras e brigas (pra variar) envolvendo eu, minha irmã Fernanda, meus primos Rafael, Luciano, Christiam, Juan, Ana Lúcia, Priscila, Júnior etc... Todos na casa da vó Ildaim, comendo deliciosos pratos que ela fazia (que saudade da Polenta sem sal com carne moída)! Era uma alegria só. Tinha ano que íamos para Guaçuí no Natal e o ano novo era no Rio, na casa da vó Neuza! E tinha ano que esse povo todo vinha aqui para Linhares e também era festa e mais festa!
Mas o tempo foi passando... Papai passou desta para uma melhor (mais, mais, muito mais saudades). Meu vô Silvio também foi (mais saudades). Meus outros avôs Rafael e Ildaim também partiram e então o que era uma "grande família" teve um ponto final. E a palavra "família" passou a ser pra mim apenas uma lembrança, que a saudade faz ser feliz e ao mesmo tempo triste. E agora, ao se aproximar novamente destas datas festivas, fico a me questionar "para onde?" e "com quem?". E minhas saudades continuam a fazer doer o coração!!! :~)

segunda-feira, 13 de novembro de 2006

Perdido

Perdido ... Perdido ... Perdido ... Perdido ... Perdido ... Perdido ... Perdido ... Perdido ... Perdido ... Perdido ... Perdido ... Perdido ...



Perdido ... Perdido ... Perdido ... Perdido ... Perdido ... Perdido ... Perdido ... Perdido ... Perdido ... Perdido ... Perdido ... Perdido ...

Se alguma imagem pudesse representar meu estado de espírito agora, nenhuma se encaixaria tão bem quanto esta aí... Perdido... No tempo ... No espaço ... Na vida ... Enfim, somente perdido! Cadê o caminho??? :~(

terça-feira, 7 de novembro de 2006

Confissões Noturnicas

Estou ficando novamente viciado em chats noturnos ou noturnicos, como diz uma amiga, a GAROTA! Já faz alguns dias que estou tendo ávidos e interessantes papos com uma garota pelas madrugadas da vida e a conversa é tão intensa que nem vemos as horas passarem. Já por dois dias vou dormir por volta das 5 da matina para logo em seguida ir aturar alguns clientes no escritório. Como a garota não tem, como dizem os baianos, MeSeNê (segundo ela seu computador tá bichado) então nossos papos ocorrem nas diversas salas de chat que inundam a rede mãe. Eu já tinha até me esquecido de como são essas salas. Por mais que marcamos de nos encontrar (virtualmente) numa sala aparentemente vazia, tem sempre aqueles(as) que entram e querem por que querem participar do nosso papo. Tudo bem que ignoramos tudo e todos e só temos palavras para nós mesmos, mas isso às vezes enche o saco! O terrível é quando sutilmente uma mensagem desses visitantes inesperados aparecem no meio da nossa conversa ao ponto de respondermos achando que era do outro e aí dana tudo! Mas tudo isso é aceitável pelas sutilezas dos assuntos que são enviados de "Paula Cristina" e recebidos de "Gianechini". Verdadeiras confissões que certamente não teríamos coragem (pelo menos por enquanto) de dizer face-to-face! De casualidades da vida a saladas de frutas; de amores perdidos (ou achados) aos mais profundos desejos do coração e da alma, os assuntos fluem de uma maneira tão natural que tenho a impressão que estamos intimamente bem pertos, apesar de não estarmos! E as horas passam voando e logo em seguida lembro de uma frase cujo autor não me recordo agora: "Foi bom, mas tão bom, que nem senti o tempo passar"... Opa... Peraí... Que horas são?!? Nossa, já passa da meia noite... Talvez alguma garota esteja me esperando numa sala de chat!!! :)

sexta-feira, 3 de novembro de 2006

Urubus Matinais

Nesse último dia 2 de novembro (feriado de Finados), fizemos um rockzinho lá em casa... Nada muito "tchan" não! Compramos algumas geladas e John Player levou uma garrafa de vodka Absolut. E ficamos lá, assistindo a alguns vídeos, ouvindo músicas e conversando acerca das casualidades da vida! Já passavam das 5 horas da manhã e o dia já estava clareando quando fui fazer o bonde para desovar alguns amigos. Indo para as Três Barras, percebi um urubu em cima do abaju num poste praticamente em cima da rua. Achei aquela imagem interessante e engraçada. Em pleno finados, um urubu dormindo tranquilamente num post! Bom, fiz algum comentário com os passageiros, todos rimos e toquei o bonde! Entramos no bairro e era raro em cada poste não ter um ou dois e até três urubus pousados. Mas tinha muito mesmo! Alguns ainda dormindo, outros já aquecendo as asas e outros já se preparando para o café da manhã! :)
Achei aquele monte de urubu bem legal... O urubu é um animal muito simpático, o que estraga são aquelas pessoas que fazem analogia com um certo time de futebol que tem por aí! Mas tirando isso, o tal do Urubu é um bichinho muito simpático. Até o nome dele é bonito. URUBU. É uma palavra gostosa de dizer! Falando em palavra gostosa, você sabe qual é a palavra mais gostosa de dizer da língua portuguesa?!? Num outro post eu falo mais sobre isso. Mas voltando a falar das simpáticas aves e da cena matinal pitoresca, era muito interessante vê-los com as asas abertas se aquecendo para começar a busca por refeições! Mas o que eu achei legal mesmo era ver como aquele bairro, o Três Barras tem urubu. Praticamente em quase todas as ruas via-se um dormindo ou rondando a área. Fiquei triste por não ter uma câmera digital na mão naquele momento para registrar tão inusitada cena. Mas outras manhãs virão e na próxima vez levarei uma junto!