segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Para escrever



Segundo Oscar Wilde, “para escreve só existem duas regras: ter algo a dizer e dizê-lo”… Então esse post é só para eu escrever que tenho um tanto de “coisa” para contar por aqui e me falta tempo para escrever. Ao contrário do chavão de Wilde, escrever não é só se sentar a frente do computador e digitar frenéticamente. Escrever requer um árduo trabalho de pesquisa, de organização, de compilação e principalmente de estudo. Se fosse simples, acredito que muitos conseguiriam se apresentar melhor e de uma forma até mais bonita! As redes sociais estão por aí e não me deixam mentir! Navegando por algumas aí o que mais se vê são fotos de comidas e compartilhamentos inúteis de coisas sem nenhuma graça. São poucas as pessoas que conseguem colocar em palavras sentimentos e/ou situações ou seja lá o que querem dizer. A maioria prefere simplesmente tirar uma foto daquele prato de feijão com arroz (não estou criticando a comida, aliás, feijão com arroz é um dos meus pratos prediletos) do que escrever. Pois é, um pouquinho pior do que isso é tentar escrever “as coisa” sem se preocupar com os famigerados erros ortográficos. É cada gafe de infartar professor de português. Tá, todos sabemos que a nossa amada língua é complicada mesmo, isso é um fato. Mas pelo menos saber escrever o básico corretamente deveria ser uma obrigação de qualquer um que viva em terras tupiniquins. Existem momentos que dá vontade de zuar/brincar/sacanear o autor da pérola, mas depois de olhar o perfil do pobre coitado percebo que não vale a pena ter algum tipo de atrito. Eu desconfio muito que o verdadeiro motivo dessas gafes é a velha preguiça: preguiça de olhar um dicionário (existem vários on-line), preguiça de procurar na resposta para todas as nossas dúvidas, preguiça de clicar com o botão direito quando a palavra aparece sublinhada em vermelho – certa vez conheci um energúmeno que achava que o computador sublinhava as palavras para que o texto ficasse com mais destaque! Só para concluir, o pior mesmo é repassar uma estória ou informação sem primeiro se certificar da veracidade da mesma. Quantas mensagens emocionadas eu recebi dizendo que a AOL ou a Micro$oft iriam doar U$ 0,25 centavos para ajudar a menininha doente por cada destinatário que recebesse a tal mensagem e a repassasse aos seus contatos. Agora, na era das redes sociais, essas mesmas mensagens retornaram com força total. São as mesmas estórias, os mesmos conteúdos só mudando um ou outro detalhe. E então me lembro de algo que acredito ter sido o primeiro “meme” que conheci … O Sr. Alberto!!!
Sim, o Sr. Alberto tá bem antigo e muito, mas muito moderno!

Um comentário:

John Gustavo disse...

hahahahaa nao conheço esse meme, Didi

Qm é Sr Alberto?