domingo, 17 de julho de 2005

Língua Portuguesa

A LÍNGUA PORTUGUESA NOS PERMITE ESCREVER ISSO...

Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português,
pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para
parar porque preferiu pintar panfletos.
Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder
progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora.
Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia
praticar pinturas para pessoas pobres. Porém,
pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar
panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder
pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu
partir para Portugal para pedir permissão para papai
para permanecer praticando pinturas, preferindo,
portanto, Paris.

Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia
pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu
penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente,
pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente
pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para
pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas
perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente,
possantes potrancas. Pisando Paris, permissão para pintar
palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para
pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos,
pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se.

Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder
prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo
pensamento, provocando profundos pesares, principalmente
por pretender partir prontamente para Portugal. Povo
previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para
Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando
principais portos portugueses.

Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo. Parto, porém penso pintá-la
permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal,
Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira
para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois
precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir
praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso
percorrido pelo pai.

Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém,
Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste
permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas
pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia.
Porque pintas porcarias? Papai, proferiu Pedro Paulo, pinto
porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar
profissão própria para poder provar perseverança, pois
pretendo permanecer por Portugal.

Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar,
procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois
pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão
perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar
para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram
peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram
pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima,
pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo
Péricles primeiro.

Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou
éricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas
palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena
parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo.
Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles
pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores
práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios.
Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas
paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando...
"Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo
parar para pensar... Para parar preciso pensar.
Pensei. Portanto, pronto pararei."

E você ainda se acha o máximo quando consegue dizer:
"O Rato Roeu a Rica Roupa do Rei de Roma."?

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